Sempre reconhecer
Vamos lá … você costuma reconhecer seu time? Ou você espera sempre fazer com a participação de lucros para reconhecê-la(o)? Você faz em público ou no particular? RECONHECIMENTO pode marcar a vida de uma pessoa.
Reconhecer um funcionário pode ser feito de várias maneiras eficazes através de elogio, de prêmios, certificados, bônus, aumento, oportunidades de desenvolvimento e um feedback positivo por que não!!!
Mas vou contar um caso que transcende a isso em termos de reconhecimento.
Estamos no ano de 2005, a Base de Paulínia participa de uma premiação para ser a melhor terminal de combustíveis do mundo na CHEVRON a partir de vários critérios de segurança, performance, financeiro, perdas, pessoal e operacional.
O resultado é que ela foi escolhida, mas o reconhecimento seria fornecido junto aos operadores, analistas, coordenadores, faturistas e gerente do terminal na própria Base em Paulínia em um evento com o Vice-presidente Mundial de Operações da Chevron.
Todos agora preocupados com a segurança, com o ambiente e de como será o evento. Mas as informações recebidas dizem que o Vice-presidente queria algo simples e que gostaria de jantar com todos os funcionários.
Detalhe estamos lidando com uma pessoa que lidera a operação de uma das maiores empresa de petróleo do mundo com a Chevron, com lucro acima de US$ 40 bilhões anuais e líder global de operações diversificadas, vindo ao Brasil para reconhecer uma Base de Distribuição de Combustíveis e seus empregados.
Pois bem, chegou o dia do reconhecimento, palavras simples em inglês reconhecendo principalmente a segurança da Base e seus demais indicadores. Entrega de uma faixa com os dizeres “The most admirable terminal in the world – 2005 – Chevron”, palmas e aperto de mão em cada funcionário agradecendo em português o trabalho de cada um.
Só que o reconhecimento não parou por aí. Naquele ano a Chevron/Texaco tinha o Ronaldinho Gaucho como garoto propaganda e o VP informou naquela sala que os 16 empregados iriam conhecer o Ronaldinho.
Esse seria o reconhecimento e o prêmio. Só que o encontro seria em Barcelona, com direito a ter um encontro pessoal com o Ronaldinho, ir a um treino e a um jogo. Tudo pago pela Chevron pelo título alcançado.
Posso dizer que foi um espanto inicial, mas depois foi só comemoração e felicidade. Muitos ali nem possuíam passaporte e alguns nem tinham saído do estado de SP. Imaginem o tamanho desse reconhecimento e da sua importância.
Celebramos essa notícia com um jantar maravilhoso numa simples cantina italiana.